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Saúde

 9 Maio, 2020

A importância de uma conduta eficiente no controle a SEPSE para salvar vidas


A sepse é uma das principais causas de morte, morbidade e despesa na saúde. O manejo da sepse ainda é um desafio, requer reconhecimento e manejo precoces da infecção, problemas hemodinâmicos e outras disfunções orgânicas.

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Define-se sepse como uma “disfunção orgânica potencialmente fatal causada por uma resposta imune desregulada a uma infecção” (1). Já o choque séptico é definido como uma “sepse acompanhada de profundas anormalidades circulatórias e celulares/metabólicas capazes aumentar a mortalidade substancialmente” (2).

A implementação de protocolos clínicos gerenciados é uma ferramenta útil neste contexto, auxiliando as instituições na padronização do atendimento ao paciente séptico, diminuindo desfechos negativos e proporcionando melhor efetividade do tratamento (3).

Temos colaborado com diversos Hospitais e Pronto Atendimentos na descoberta automática da jornada do paciente e seu consumo de medicamentos, exames laboratoriais e de imagem, movimentação, permanência, desfecho, entre outros.

Também, realizamos o monitoramento da conformidade, adesão aos protocolos clínicos, bundle de 1 hora, entre outras regras que podem ser facilmente configuradas por modelos de referência. As não-conformidades podem ser analisadas por padrões de violações e permitindo navegar paciente a paciente.

A busca ativa dos pacientes com suspeita de sepse é feita por meio de gatilhos automatizados pré estabelecidos (prescrição/alteração de exames como Lactato sérico, Hemoculturas e utilização de antibióticos), alteração de escore como o qSOFA, para análise. Na sequência da detecção, nós combinamos o uso do kanban uma ferramenta ágil para gestão dos casos e tomada de ações.

Referências

1. Seymour CW, Liu VX, Iwashyna TJ, et al. Assessment of Clinical Criteria for Sepsis: For the Third International Consensus Definitions for Sepsis and Septic Shock (Sepsis-3). JAMA. 2016;315(8):762–774. doi:10.1001/jama.2016.0288

2. Shankar-Hari M, Phillips GS, Levy ML, et al. Developing a New Definition and Assessing New Clinical Criteria for Septic Shock: For the Third International Consensus Definitions for Sepsis and Septic Shock (Sepsis-3). JAMA. 2016;315(8):775–787. doi:10.1001/jama.2016.0289

3. ILAS. Instituto Latino Americano de Sepse. Materiais. 2018. Disponível em: <https://www.ilas.org.br/materiais-adulto.php>


Autor: UPFLUX

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