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Como gerir o fluxo de pacientes no Pronto Atendimento?

fluxo no pronto atendimento

Gerir o fluxo de pacientes no Pronto Atendimento é uma tarefa desafiadora. Desde a chegada do paciente, a passagem dele pela triagem, até o momento da sua alta, tudo é questão de tempo dentro deste setor. Ou seja, para organizar esse fluxo, necessariamente a gestão hospitalar precisa gerenciar melhor os tempos de cada etapa. 

O fluxo de pacientes no Pronto Atendimento, quando mal organizado, gera filas de espera, superlotação e, consequentemente, uma baixa satisfação dos pacientes. Esse cenário caótico é mais comum nas grandes cidades, onde o fluxo de pacientes no Pronto Atendimento costuma ser bem maior. Por isso, a gestão deve ser bem organizada, pautando a melhoria de todos os pontos de contato com o paciente durante essa jornada. 

Um problema no PA pode refletir em todos os processos hospitalares. Isso significa que a melhoria dos fluxos de atendimento impactam positivamente em todos os outros quesitos. Neste artigo vamos falar sobre como gerir o fluxo de pacientes no Pronto Atendimento de maneira eficiente, melhorando experiências e garantindo um setor com maior produtividade. Vamos lá? Continue sua leitura! 

Desafios na gestão de fluxo 

A falta de eficiência na gestão do fluxo de pacientes no Pronto Atendimento gera efeitos negativos que impactam no processo de cuidado. Adotar estratégias para reduzir esses problemas é o ponto principal por aqui. Do início ao fim do tratamento, esse fluxo deve ser analisado constantemente para que nenhum desvio de rota aconteça e o paciente tenha a melhor passagem possível pelo Pronto Atendimento. 

Uma má gestão do fluxo de pacientes no Pronto Atendimento gera demandas reprimidas, baixa qualidade no cuidado, superlotação, filas de espera e, como consequência, impacta negativamente na percepção do paciente sobre a instituição. 

Este tipo de problema pode causar o aumento da taxa de evasão, da taxa de readmissão e também de mortalidade. Você mensura esses indicadores para saber se seu PA tem um bom desempenho?

Uma pesquisa realizada sobre os fatores relacionados à readmissão de pacientes em serviço hospitalar de emergência ressaltou que em 23,9% dos casos analisados o problema estava no diagnóstico de base recebido. 

Fatores socioeconômicos, de idade, e a adesão ao tratamento geralmente são a causa da alta taxa de readmissão e mortalidade. No entanto, será que problemas como a falta de um diagnóstico preciso não poderia ser mitigado com uma gestão de fluxo mais bem organizada para que a equipe pudesse prestar um atendimento mais adequado ao paciente? 

Com demandas reprimidas e entraves, fica difícil atender individualmente os pacientes e suprir suas demandas. A falta de automação nesse processo também pode ser um problema. Errar é humano e, por este motivo, contar com a tecnologia se faz extremamente necessário.

Melhorias no fluxo de pacientes no Pronto Atendimento

Tudo é tempo no PA! Por isso, para implementar de fato melhorias no fluxo de pacientes no Pronto Atendimento, criar soluções que otimizem alguns indicadores se faz necessário. Isso porque é a partir dessas melhorias que os entraves de tempo serão corrigidos e, consequentemente, o serviço terá muito mais fluidez. 

Criar estratégias, nesse sentido, permitirá que você encontre a solução específica para o problema que deseja solucionar, melhorando esse fluxo. Com isso, alguns pontos precisam ser avaliados: 

Mas como colocar isso em prática? 

Naturalmente, para que qualquer mudança seja feita dentro de um sistema de trabalho, primeiramente é preciso pensar em questões como a comunicação com o time e como isso impactará na cultura organizacional. 

A equipe assistencial deve ter em mente como o fluxo de pacientes no Pronto Atendimento deve ser otimizado. Debater esses pontos é uma forma de colocar em prática ações de melhoria e permitir que toda a equipe faça seus apontamentos sobre o processo. 

No entanto, pode ser muito difícil fazer com que todos os processos sejam seguidos com excelência de maneira manual, sem a automatização de algum fluxo. Como falamos, é da natureza humana e totalmente normal errar. Por isso, contar apenas com as habilidades de gerenciamento do tempo da sua equipe pode ser perigoso e pouco eficiente.

Assim, a tecnologia entra nesse cenário como uma forma de auxiliar no gerenciamento de indicadores que refletem diretamente no fluxo de pacientes no Pronto Atendimento. Para isso, primeiro é preciso contar com uma solução que coleta e armazena os dados dos fluxos de trabalho. 

Depois, é possível se beneficiar de ferramentas que façam um mapeamento dessas informações para visualizar onde os tempos estão fora da conformidade, entender onde estão os gargalos e em quais etapas está o maior problema do seu fluxo de atendimento. 

Esse tipo de solução melhora os processos internos, dando mais autonomia e produtividade aos profissionais, melhora o cuidado ao paciente, faz uma melhor gestão dos fluxos de atendimento e aumenta a satisfação dos atendidos. 

Isso significa que ao final do dia você tem: 

Ou seja, quando falamos da otimização do fluxo de pacientes no Pronto Atendimento, falamos diretamente da gestão do tempo e indiretamente de outros indicadores que impactam o dia a dia de uma unidade de saúde. Por isso, o investimento em soluções tecnológicas que melhoram o cotidiano dos PAs tende a ser uma verdadeira revolução nesse cenário. 

Em um artigo publicado recentemente falamos sobre como a transformação digital tem impactado os processos de saúde. 

Soluções inovadoras como Process Mining podem ser o grande diferencial estratégico para que seu Pronto Atendimento garanta o melhor atendimento aos pacientes e não perca nenhum usuário para outra instituição, aumentando sua satisfação e a resolução de problemas. 


Para saber um pouco mais sobre essa solução, basta clicar aqui.

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